domingo, 7 de agosto de 2011

Manhã do décimo quarto dia: almoço no Lombardi's





Fomos almoçar no Lombardi’s, onde tem a melhor pizza da cidade. Realmente é boa demais. Diferente do que estamos acostumados por aqui, não há muita variação de coberturas e o básico mesmo é mussarela e molho ao sugo. Como isso pode ser melhor do que todas as pizzas que já comi no Brasil? Só comendo essa pizza no Lombardi's para entender.
Na mesma sala onde almoçamos, havia um grupo e o guia deles explicava tudo e mais um pouco sobre pizzas (ele é da empresa Scott’s Pizza Tours). O grupo dele, comeu, anotou as explicações e foi embora. Não sabemos se depois foram para outra pizzaria.

A little history. In 1897 an Italian immigrant reinvented a Napoletana staple food into one of the worlds most eaten foods. New York City was the birth place of New York style pizza. During the year of 1905, Lombardi's was licensed by the City of New York, becoming America's First Pizzeria.

Over 100 years and still coveted as one of the Best Pizzeria's in the United States. Highly regarded and rated as the Best of New York , a City of Pizzeria's. We started it all and still on top after 100 years!

Manhã do décimo quarto dia: Soho e Tribeca











Arte e arquitetura mudaram a feição desses dois antigos bairros industriais. O Soho (South of Houston Street) ia ser demolido nos anos de 1960, quando preservacionistas chamaram a atenção para a arquitetura histórica de ferro fundido dos prédios. Os planos foram revistos e artistas ocuparam os grandes lofts. Com eles vieram galerias, cafés, lojas e boutiques. Os preços subiram e os artistas foram um pouco mais para o sul, para Tribeca (Triangle Below Canal Street). Hoje um local da moda, Tribeca tem galerias, diversos restaurantes e um festival de cinema em maio.
O SoHo é paraíso das compras com centenas de lojas de roupas e design. Como estivemos por lá em época de liquidação, os preços estavam ótimos. A Greene Street é a rua principal, com seus lindos prédios com armações e escadarias metálicas aparentes (Cast Iron Buildings). Essa rua aparece em muitos filmes (como em Hitch) e no dia em que estivemos lá, diversos cones e notificações nos postes informavam que o estacionamento na rua estava proibido entre determinados horários, possivelmente em função de alguma filmagem (uma das fotos abaixo mostra isso). Não é à toa que o cinema americano domina!

sábado, 30 de julho de 2011

Manhã do décimo quarto dia: Greenwich Village



















Acordamos cedo e tomamos café no lugar de sempre. Pegamos o metro para ir até o Greenwich Village e o SoHo. O Village é muito bonito. As ruas são estreitas, com lindas casas e muitas árvores. O comércio é alternativo, com lojas inusitadas (como uma somente dedicada ao xadrez, com todos os tipos imagináveis de personagens representando as peças). Passamos por diversas construções muito bonitas, antigas, mas bem conservadas. É o bairro que os artistas, estudantes e gays escolheram.
Os Nova-iorquinos o chamam simplesmente de Village, a área que começou como refúgio de moradores da cidade durante o surto de febre amarela de 1922. O desenho original das ruas, seguindo riachos e limites de fazendas, não pode entrar no plano urbanístico da cidade e o bairro permaneceu em enclave à parte, paraíso de artistas e autores célebres. Hoje é muito frequentado pela comunidade gay e, em geral, tornou-se mais caro. A área em volta da Washington Square fica cheia de alunos da New York University. Mais barato, o East Village atrai os modernos de toda cidade. No West Village há vários restaurantes e butiques chiques e o Meatpacking District hoje é o local onde a noite é mais agitada nas boates e baladas.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Noite do décimo terceiro dia: jantar no Bateaux New York




















Essa noite foi a noite do passeio mais memorável da viagem: jantar num barco panorâmico, com música ao Vivo, durante um passeio ao redor da região sul de Manhattan, tendo o pôr-do-sol como coadjuvante! Nada mal, não é mesmo?
Depois de devidamente arrumados, pegamos um carro na porta do hotel e fomos para o Chelsea Píer para o passeio e jantar no Bateaux New York. É um barco muito bonito, coberto com vidros (panorâmico portanto), que leva para um passeio com jantar completo por 3 horas em torno de Manhattan (Hudson e East River). Você tem a oportunidade de observar o pôr-do-sol e as luzes da cidade. O jantar é servido no caminho. Fomos atendidos pela Katie Lee, que foi muito gentil e eficiente (com boas dicas de vinho). Depois do jantar, o gerente do barco veio conversar com os passageiros, descobrimos que era um brasileiro (Renato). No barco dá para dançar e tirar fotos (tanto do interior do barco como no deck). Tinha gente de todos os lugares e até um jantar de casamento estava acontecendo. Foi bem legal e muito bonito. Ficamos uns 20 minutos perto da estátua de liberdade à noite. As fotos não conseguem captar tudo o que se vê.
Depois, para terminar a noite, voltamos para casa numa limusine. Na verdade foi quase uma lotação pois veio mais gente junto. O carro bem velho, já estava meio caidinho, mas para completar, o motorista acionou o show de luzes: neon e luzes piscantes! Super brega! A cereja do bolo ficou por conta do rapaz que estava dividindo a corrida conosco (ele e a mãe e mais duas outras moças que estavam procurando uma jaca para meter o pé). Aproveitando o momento festivo, ele ligou o rádio num primeiro momento numa estação dançante (“I've gotta feeling that tonight's gonna be a good night”), para depois sintonizar uma rádio dançante latina. Foi muito engraçado.