domingo, 15 de maio de 2011

Manhã do décimo primeiro dia: ONU








Caminhamos até a ONU. Fotografamos os prédios, as bandeiras, algumas esculturas e fomos procurar pela visita guiada. Passando pela revista, compramos os ingressos e esperamos quase uma hora pelo início. Nossa guia era do Japão, muito simpática, sorridente. O tour é feito com um receptor por onde ouvimos gravações e a guia. Muito prático. Ela nos mostrou várias salas, várias obras de arte doadas à ONU por países do mundo todo. Falou da missão da ONU e de suas ações pelo mundo na busca da paz e do bem estar das pessoas. Conhecemos a sala da Assembléia Geral da ONU e vimos a bancada do Brasil. Foi muito boa a visita. No final, ela disse que se nos perguntarem quantos países do mundo nós conhecemos, a resposta deve ser no mínimo 192, que são os membros da ONU e cujo território pertence a todos esses.

sábado, 7 de maio de 2011

Manhã do décimo primeiro dia: Chrysler Building




Voltamos a tomar café da manhã no Gregory’s. Dessa vez experimentamos um Bagel (nada de mais).
Dessa vez a previsão era caminhar pela região da Grand Central Station e do Chrysler Building. Fotografamos alguns prédios importantes. Entramos no Chrysler Building. Apenas o acesso ao lobby é permitido, mas já é alguma coisa.
Walter Chrysler fundou a corporação que leva seu nome em 1925. O desejo de ter em Nova York uma sede que simbolizasse a empresa, o levou a construir esse prédio. A torre art-déco de aço inoxidável lembra a grade de um radiador, a série de recuos progressivos do prédio é ornada com tampas de radiador, volantes e automóveis estilizados e as gárgulas são inspiradas na figura do capô do Chrysler Plymouth de 1929. O prédio tem 77 andares e 320 metros de altura e até a inauguração do Empire State Building, era o prédio mais alto do mundo. Embora a Chrysler nunca tenha usado o prédio como sede, o nome permaneceu tão firme quanto as gárgulas. É até hoje, considerado por muitos, o prédio mais bonito de Nova York.

domingo, 1 de maio de 2011

Noite do décimo dia: Top of the Rock










O entardecer fomos até o Top of the Rock, o observatório do Rockfeller Center. A vista de lá é fantástica e somente de lá você consegue ver o Central Park, o Empire State por inteiro e o Chrysler Building. O pôr-do-sol torna tudo ainda mais belo e romântico. Enquanto acompanhávamos o pôr-do-sol, vimos as luzes da cidade se acender. Até a lua apareceu para completar o espetáculo. Conhecer o mirante do Empire State Building é um evento e tanto, mas na minha opinião, a vista do mirante do Top of the Rock supera.

domingo, 24 de abril de 2011

Tarde do décimo dia: almoço no Five Guys Burger e compras




Paramos para almoçar no Five Guys Burger (o favorito do presidente americano). O hamburger estava muito gostoso, acompanhado de uma porção de batatas que poderia alimentar um pequeno pais e que, obviamente, não conseguimos comer. Dizem que o segredo das batatas deles é a fritura em óleo de amendoim.
Depois fizemos o que até então todo turista faz e nós ainda não: compras. Fomos em algumas lojas e compramos alguns presentes, todas as lojas basicamente no entorno da 5th avenue. Loja da NBA, lojinha de lembranças, Tiffany’s (terceiro andar, onde normalmente a turistada vai), Sephora, Barnes & Nobles e até na Sacks. Nessa última só andamos e não compramos nada. Voltamos ao hotel para tomar banho e deixar as coisas, pois o topo da rocha (Rockefeller Center na verdade) nos esperava.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Manhã do décimo dia: visita ao Guggenhein








Acordamos mais tarde, pois o Guggenhein abre apenas as 10h00. Antes, mudamos o local de tomar café, fomos na Starbucks da 5th avenue. Estava bem cheio, o atendimento é péssimo e além disso, o café não é grande coisa. Viva o Gregory’s!
Pegamos o ônibus que seguiu pela 6th Avenue, descendo perto da 88th Street. Foi tranqüilo. O museu é uma construção espetacular e por si, já vale a visita. O detalhe é que não é permitido fotografar acima do nível inferior. Além de abrigar um importante acervo de arte moderna e contemporanea, o prédio do Guggenhein é, por si só, uma obra-prima. Projetada por Frank Lloyd Wright, a fachada lembra uma concha e tornou-se um dos marcos de Nova York. As obras ficam expostas no espiral e no prédio anexo, passando por obras importantes dos principais artistas dos séculos 19, 20 e 21. Passamos na lojinha claro e compramos umas coisinhas. Depois voltamos andando pela 5th avenue. Foi uma grande caminhada.