domingo, 13 de março de 2011

Manhã do sétimo dia: Upper East Side










Tínhamos planejado um passeio a pé pelo Upper East Side. O roteiro era muito grande e ainda prevíamos a visita aos dois museus mais importantes da região (o Metropolitan e o Guggenhein). Caminhamos pela região e fotografamos os prédios imponentes onde a alta sociedade de Nova York mora.
Na virada do século, a ata sociedade mudou-se para o Upper East Side e lá permanece até hoje. Suas mansões Beaux Arts hoje são museus e embaixadas - a elite agora prefere morar nos prédios de apartamentos da Fifth Avenue e Park Avenue. Lojas e galerias ocupam a Madison Avenue. Mais para leste, a região inclui o que restou da comunidade alemã, perto da East 80th street, da húngara ao sul e uma miniatura da Boêmia, com sua população tcheca, abaixo da 78th street. Muitos descendentes dos imigrantes originais estão deixando a área, mas as igrejas, restaurantes e lojas permanecem.
Mudamos os planos assim que chegamos ao Metropolitan, vimos que era muito grande para fazermos numa tarde. Optamos por visitar somente o MET e deixar o Guggenhein para um outro dia.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Noite do sexto dia: jantar no Restaurant Row





Jantamos num restaurante italiano chamado Becco na 46th street, conhecida como a Restaurant Row pela grande quantidade de restaurantes concentrados em poucas quadras, inclusive um brasileiro que entre feijoada e outros pratos conhecidos por aqui, estranhamente seria Paella. Pedimos um prato chamado "Sinfonia di Pasta", com direito a sotaque italiano do garçom e tudo, que era um rodízio de 3 massas diferentes, muito boas por sinal.

terça-feira, 8 de março de 2011

Manhã do sexto dia: American Museum of Natural History (AMNH)








Passeamos pelas ruas do Upper West Side até chegar ao Museu de História Natural. Assim como inúmeros outros lugares, nesse também a fachada está em reforma. O museu, conhecido no mundo inteiro por causa do filme Uma noite no Museu 1.
Trata-se de um dos maiores museus de história natural do mundo. A partir do predio original de 1877, o complexo se expandiu e atualmente ocupa quatro quarteirões e contém mais de 30 milhões de espécimes e artefatos. As seções mais concorridas são a dos dinossauros e o Milstein Family Hall of Ocean Life. O Rose Center for Earth and Space abriga o Hayden Planetarium.
Por ser enorme, levamos o dia todo caminhado por ele. É muito interessante, tem de tudo, inclusive a maior coleção do mundo de animais empalhados.
Uma das melhores seções é a dos fósseis de dinossauro. Todos são reais e muito bem preservados (como o do T-Rex). O museu fica lotado o dia todo, com muitas crianças e muitos brasileiros (o português era uma das línguas mais ouvidas nos corredores).
Almoçamos numa das lanchonetes do próprio museu (comemos um sanduíche, nada demais). No fim da tarde, fomos ao planetário assistir um filme sobre o universo numa enorme sala de projeção 180 graus. Enfim, foi um belo programa.
Voltamos a pé para o hotel, passando pelo Central Park, uma bela caminhada.

sexta-feira, 4 de março de 2011

Manhã do sexto dia: Upper West Side

















Dia de conhecer o Upper West Side. Esta área virou residencial por volta de 1870, quando a ferrovia elevada na Ninth Avenue tornou possível a ligação com o centro da cidade. O Dakota, primeiro prédio de apartamentos da cidade foi erguido em 1884. Os edifícios se espalharam pela Broadway e pelo Central Park West e as suas ruas transversais ainda preservam belas séries de brownstones. A área é agitada e diversificada com várias instituições culturais, incluindo o American Museum of Natural History, o Lincoln Center e o complexo da TIme Warner e CNN no Columbus Circle.
Saímos cedo, tomamos café no Gregory’s (como sempre), pegamos o metro e descemos no Columbus Circle onde uma estátua de mármore de Cristóvão Colombo no alto de uma coluna de granito domina essa praça num dos cantos do Central Park.
Fomos caminhando até o Lincoln Center, um complexo com vários teatros (dentre eles o Metropolitan Opera House) e escola de musica Julliard. A criação do Lincoln Center deveu-se a dois fatores: a falta de uma sede adequada para o Metropolitan Opera House e a Filarmônica de Nova York e a necessidade de recuperação dessa vasta área no lado oeste de Manhattan. O Lincoln Center recebe 5 milhões de pessoas por ano.
Seguimos nosso caminho em direção ao American Museum of Natural History.

terça-feira, 1 de março de 2011

Noite do quinto dia: jantar no John's Pizzeria



Depois do show jantamos no John’s Pizzeria, ao lado do teatro. As pizzas de Nova York são diferentes do que estamos acostumados por aqui. Não há variações de cobertura, sendo basicamente uma massa muito boa e muito fina, um excelente molho de tomates e uma ótima mozzarela por cima. Pronto! Simples e muito gostosa!